domingo, janeiro 17, 2010
terça-feira, dezembro 08, 2009
segunda-feira, novembro 30, 2009
| SOS Praias adverte: bituca de cigarro causa morte de animais |
Comprovadamente, o cigarro foi a pior invenção do homem. Considerada a maior arma química de destruição em massa, existe uma estimativa, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), de que no ano de 2020, o tabaco irá causar a morte de 10 milhões de pessoas. Um dos produtos de consumo mais vendidos no mundo, o cigarro comanda legiões de compradores leais e tem um mercado em rápida expansão. Como se não bastasse o mal que causa às pessoas, o cigarro também prejudica o meio ambiente. Muitos acabam adquirindo o péssimo hábito jogar as pontas do cigarro em vias públicas. Com até setecentos aditivos usados em sua fabricação, esses filtros são extremamente prejudiciais à natureza. Segundo o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente, o IBAMA, as pontas de cigarros acessas podem provocar queimadas e matar animais que as ingerem. Preocupada com a quantidade de bitucas e lixos acumulados nas praias, a ong SOS Praias Brasil saiu mais uma vez em seu motorhome rumo às praias do Guarujá. Dessa vez, o objetivo foi de conscientizar as pessoas que assistiam a etapa de abertura do Circuito Petrobrás de Surfe Feminino, que aconteceu no último final de semana, na praia de Pitangueiras. |
quarta-feira, novembro 25, 2009
terça-feira, novembro 24, 2009
Paul Nicklen, fotógrafo da National Geographic, foi fazer uma reportagem sobre um dos maiores predadores do ártico: uma foca leopardo. Era suposto ser uma tarefa árdua e perigosa, mas cabou por ser uma experiência incrivelmente diferente onde a foca leopardo o alimentou como um filhote por quatro dias!
“Eu entrei na água, assustado com o que poderia acontecer, e nadei até a uma foca leopardo. As minhas pernas estavam a tremer, e eu estava com a boca seca… imediatamente ela largou o pinguim. Veio na minha direção e abriu a boca… A sua cabeça tinha o dobro do tamanho da cabeça de um urso cinzento. Era imensa. Ela colocou toda a minha cabeça e a câmera dentro de sua boca e fez uma exibição da garganta, e aí aconteceu a coisa mais fantástica…Ela saiu e capturou um pinguim vivo. Veio e começou-me a dar o pinguim para eu o comer. Ela libertava os pinguins vivos. Os pinguins disparavam para longe, claro, e ela olhava aborrecida enquanto passava por mim. Fez isso várias e várias vezes. Ela deve ter deduzido que eu era um predador inútil no seu oceano e que provavelmente estava ali para morrer à fome. Ficou apavorada. Então começou-me a me trazer pinguins fracos. Depois, pinguins mortos. Depois, mostrou-me como comer os pinguins. Ela oferecia-me pinguins parcialmente consumidos. Começou a agarrar nos pinguins e a empurrá-los contra a minha câmera – acho que ela pensou que a câmera era a minha boca, o que é o sonho de todo fotógrafo. Isto durou durante quatro dias. Então fui à Antártica para fotografar esse animal potencialmente malvado, e, no final, vi esse predador, esse grande predador da Antártica, a cuidar de mim, a nutrir-me, a alimentar-me por quatro dias seguidos. Foi a experiência mais incrível que eu já tive como fotógrafo da “National Geographic”.
Veja o vídeo aqui.
· A maior cobra do Pantanal é a sucuri amarela. Mede até 4,5 metros e se alimenta de peixes, aves e pequenos mamíferos.
· Tuiuiú, ave-símbolo do Pantanal, tem mais de 2 metros de envergadura com as asas abertas.
· O jacaré do Pantanal mede até 2,5 metros de comprimento, alimentando-se principalmente de peixes.
· O maior peixe do Pantanal é o jaú, um bagre gigante que chega a 1,5 metro de comprimento, pesando até 120 quilos.
· O Pantanal apresenta grande diversidade de espécies de plantas superiores, como árvores e arbustos (1.647 espécies) e alta diversidade de fauna: 263 espécies de peixes, 122 espécies de mamíferos, 93 espécies de répteis, 1.132 espécies de borboletas e 656 espécies de aves.
· As cheias anuais dos rios da região atingem cerca de 80% do Pantanal e transformam a região em um impressionante lençol d'água, afastando parte da população rural que migra temporariamente para as cidades ou vilas.
· O Pantanal atrai cerca de 700 mil turistas por ano, 65% dos quais são pescadores.
· Os 210 mil quilômetros quadrados do Pantanal equivalem à soma das áreas de quatro países europeus – Bélgica, Suíça, Portugal e Holanda.
· A onça pintada do Pantanal chega a pesar 150 quilos, alimentando-se de aproximadamente 85 espécies de animais que vivem na região.
· O Pantanal brasileiro tem 144.294 km2 de planície alagável, 61,9% dos quais (89.318 km2) no Mato Grosso do Sul, e 38,1% (54.976 km2) em Mato Grosso.
· O bioma do Pantanal foi reconhecido em 2000 como Reserva da Biosfera. Essas reservas, declaradas pela Unesco, são instrumentos de gestão e manejo sustentável integrados que permanecem sob a jurisdição dos países nos quais estão localizadas.
· O reduzido desnível da região produz a inundação periódica do Pantanal. Além disso, o relevo faz com que o Rio Paraguai ande bem devagar. Uma canoa à deriva no rio demoraria cerca de seis meses para atravessar o Pantanal.
· A cada 24 horas, cerca de 178 bilhões de litros de água entram na planície pantaneira.
· Existem mais espécies de aves no Pantanal (656 espécies) do que na América do Norte (cerca de 500) e mais espécies de peixes do que na Europa (263 no Pantanal contra aproximadamente 200 em rios europeus).
Fonte: WWF Brasil.