| SOS Praias adverte: bituca de cigarro causa morte de animais |
Comprovadamente, o cigarro foi a pior invenção do homem. Considerada a maior arma química de destruição em massa, existe uma estimativa, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), de que no ano de 2020, o tabaco irá causar a morte de 10 milhões de pessoas. Um dos produtos de consumo mais vendidos no mundo, o cigarro comanda legiões de compradores leais e tem um mercado em rápida expansão. Como se não bastasse o mal que causa às pessoas, o cigarro também prejudica o meio ambiente. Muitos acabam adquirindo o péssimo hábito jogar as pontas do cigarro em vias públicas. Com até setecentos aditivos usados em sua fabricação, esses filtros são extremamente prejudiciais à natureza. Segundo o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente, o IBAMA, as pontas de cigarros acessas podem provocar queimadas e matar animais que as ingerem. Preocupada com a quantidade de bitucas e lixos acumulados nas praias, a ong SOS Praias Brasil saiu mais uma vez em seu motorhome rumo às praias do Guarujá. Dessa vez, o objetivo foi de conscientizar as pessoas que assistiam a etapa de abertura do Circuito Petrobrás de Surfe Feminino, que aconteceu no último final de semana, na praia de Pitangueiras. |
segunda-feira, novembro 30, 2009
quarta-feira, novembro 25, 2009
terça-feira, novembro 24, 2009
Paul Nicklen, fotógrafo da National Geographic, foi fazer uma reportagem sobre um dos maiores predadores do ártico: uma foca leopardo. Era suposto ser uma tarefa árdua e perigosa, mas cabou por ser uma experiência incrivelmente diferente onde a foca leopardo o alimentou como um filhote por quatro dias!
“Eu entrei na água, assustado com o que poderia acontecer, e nadei até a uma foca leopardo. As minhas pernas estavam a tremer, e eu estava com a boca seca… imediatamente ela largou o pinguim. Veio na minha direção e abriu a boca… A sua cabeça tinha o dobro do tamanho da cabeça de um urso cinzento. Era imensa. Ela colocou toda a minha cabeça e a câmera dentro de sua boca e fez uma exibição da garganta, e aí aconteceu a coisa mais fantástica…Ela saiu e capturou um pinguim vivo. Veio e começou-me a dar o pinguim para eu o comer. Ela libertava os pinguins vivos. Os pinguins disparavam para longe, claro, e ela olhava aborrecida enquanto passava por mim. Fez isso várias e várias vezes. Ela deve ter deduzido que eu era um predador inútil no seu oceano e que provavelmente estava ali para morrer à fome. Ficou apavorada. Então começou-me a me trazer pinguins fracos. Depois, pinguins mortos. Depois, mostrou-me como comer os pinguins. Ela oferecia-me pinguins parcialmente consumidos. Começou a agarrar nos pinguins e a empurrá-los contra a minha câmera – acho que ela pensou que a câmera era a minha boca, o que é o sonho de todo fotógrafo. Isto durou durante quatro dias. Então fui à Antártica para fotografar esse animal potencialmente malvado, e, no final, vi esse predador, esse grande predador da Antártica, a cuidar de mim, a nutrir-me, a alimentar-me por quatro dias seguidos. Foi a experiência mais incrível que eu já tive como fotógrafo da “National Geographic”.
Veja o vídeo aqui.
· A maior cobra do Pantanal é a sucuri amarela. Mede até 4,5 metros e se alimenta de peixes, aves e pequenos mamíferos.
· Tuiuiú, ave-símbolo do Pantanal, tem mais de 2 metros de envergadura com as asas abertas.
· O jacaré do Pantanal mede até 2,5 metros de comprimento, alimentando-se principalmente de peixes.
· O maior peixe do Pantanal é o jaú, um bagre gigante que chega a 1,5 metro de comprimento, pesando até 120 quilos.
· O Pantanal apresenta grande diversidade de espécies de plantas superiores, como árvores e arbustos (1.647 espécies) e alta diversidade de fauna: 263 espécies de peixes, 122 espécies de mamíferos, 93 espécies de répteis, 1.132 espécies de borboletas e 656 espécies de aves.
· As cheias anuais dos rios da região atingem cerca de 80% do Pantanal e transformam a região em um impressionante lençol d'água, afastando parte da população rural que migra temporariamente para as cidades ou vilas.
· O Pantanal atrai cerca de 700 mil turistas por ano, 65% dos quais são pescadores.
· Os 210 mil quilômetros quadrados do Pantanal equivalem à soma das áreas de quatro países europeus – Bélgica, Suíça, Portugal e Holanda.
· A onça pintada do Pantanal chega a pesar 150 quilos, alimentando-se de aproximadamente 85 espécies de animais que vivem na região.
· O Pantanal brasileiro tem 144.294 km2 de planície alagável, 61,9% dos quais (89.318 km2) no Mato Grosso do Sul, e 38,1% (54.976 km2) em Mato Grosso.
· O bioma do Pantanal foi reconhecido em 2000 como Reserva da Biosfera. Essas reservas, declaradas pela Unesco, são instrumentos de gestão e manejo sustentável integrados que permanecem sob a jurisdição dos países nos quais estão localizadas.
· O reduzido desnível da região produz a inundação periódica do Pantanal. Além disso, o relevo faz com que o Rio Paraguai ande bem devagar. Uma canoa à deriva no rio demoraria cerca de seis meses para atravessar o Pantanal.
· A cada 24 horas, cerca de 178 bilhões de litros de água entram na planície pantaneira.
· Existem mais espécies de aves no Pantanal (656 espécies) do que na América do Norte (cerca de 500) e mais espécies de peixes do que na Europa (263 no Pantanal contra aproximadamente 200 em rios europeus).
Fonte: WWF Brasil.
As florestas são os ambientes mais ricos da Terra em biodiversidade. Se isso não bastava para que o homem preservasse esses ricos santuários, acabou de ganhar mais um motivo: um recente estudo recomenda a preservação da flora para salvar o clima. As plantas ajudam atuando de diversas maneiras benéficas para o meio ambiente. No entanto, podemos dizer que são vitais para nossa sobrevivência devido ao processo da fotossíntese, que "sequestra" carbono e produz oxigênio. Nos 500 anos de sua história, o Brasil desmatou aproximadamente 30% de suas florestas. O mais assustador nesta estatística é que a maior parte foi devastada nos últimos 50 anos. Vai faltar água. E as plantas estão diretamente relacionadas a ela. Vemos o homem derrubando as matas ciliares que protegem os rios da poluição e do assoreamento, gerando uma enorme perda ambiental. Na verdade o que faltará não é o elemento água, mas sim as fontes de água limpa. Outra razão para mantermos as florestas de pé: estes habitats são considerados "farmácias vivas", ou seja, há muitas substâncias nas plantas para uso medicinal. Vítimas do aquecimento global, as plantas passam a consumir menos gás carbônico. Isto significa que quanto mais o planeta esquentar, menos as plantas vão ajudar a conter o aquecimento. Para minimizar o problema, plante árvores nativas, pois só elas são capazes de devolver à natureza o equilíbrio perdido. Exija do governo a proteção de nossas florestas. Espalhe a idéia.
segunda-feira, novembro 23, 2009
Elas não servem só para pescaria.
Agricultura: Minhocas ajudam a decompor material orgânico, digerindo-o e transformando-o em nutrientes que são repostos no solo. As minhocas do subsolo cavam túneis e, assim, criam passagens na terra para o ar, para a água e para as raízes das plantas. Tal coisa já era conhecida no Egito antigo. A rainha Cleópatra e seu povo a chamavam de animal sagrado, por dar fertilidade às margens do rio Nilo.
Culinária: Na China e em Taiwan, a sopa de minhocas é servida tanto em feirinhas populares quanto em restaurantes sofisticados. Tribos da Amazônia ainda hoje preparam minhocas. Na Califórnia, um concurso anual de receitas com o anelídeo é promovido por minhocultores. Qual o gosto da minhoca? "É meio adocicado, levemente terroso", diz Clive Edwards, especialista em minhocas da Universidade de Ohio, EUA.
Ecologia: Minhocas têm sido usadas para transformar excremento humano dos esgotos em adubo inodoro - as fezes da minhoca não fedem. E também para limpar áreas contaminadas por produtos com toxinas presentes em plásticos e tintas.
Farmacêutica: Cientistas japoneses estudam as minhocas para combater o câncer de próstata. Na Alemanha e na Colômbia, outras duas substâncias da minhoca estão sendo pesquisadas para a produção de antibióticos. Já na Universidade do Colorado, nos EUA, os vermes são cobaias de pesquisas sobre o envelhecimento.
Arqueologia: Foi Charles Darwin quem notou, no século 19: as minhocas enterram qualquer coisa que esteja no chão. "Foram elas as principais responsáveis por enterrar tesouros de civilizações passadas, como moedas, objetos e até construções. Os arqueólogos devem suas descobertas a elas", disse Darwin em 1881, num livro sobre minhocas que escreveu (A Formação do Solo pela Ação das Minhocas).
domingo, novembro 22, 2009
sábado, novembro 21, 2009
Um assunto muito sério e que todos nós devemos dar a devida atenção é sobre o desperdício de alimentos. Com tanta gente não tendo o que comer, é muito feio jogar comida no lixo. O ideal é saber reaproveitar cada alimento ou então usá-los de maneira que não estraguem e precise jogar fora. Outra coisa muito importante é não sair comprando no supermercado tudo quanto é coisa e depois não comer. O alimento estraga, passa da data de validade e obrigatoriamente vai parar na lata de lixo. Outro desperdício. Por isso, todos nós devemos ser conscientes com o nosso alimento. Leia, procure e pergunte formas e maneiras alternativas de organizá-los e reaproveitá-los para não desperdiçar depois. Se para você não faz falta, para muita gente, com certeza, faz muita diferença.
sexta-feira, novembro 20, 2009
quinta-feira, novembro 19, 2009
O óleo de cozinha é altamente prejudicial ao meio ambiente e quando jogado na pia (rede de esgoto) causa entupimentos, havendo a necessidade do uso de produtos químicos tóxicos para a solução do problema.
Jogar o óleo na pia, em terrenos baldios ou no lixo acarreta três fins desastrosos a esse óleo: Ele permanece retido no encanamento, causando entupimento das tubulações se não for separado por uma estação de tratamento e saneamento básico. Se não houver um sistema de tratamento de esgoto, acaba se espalhando na superfície dos rios e das represas, causando danos à fauna aquática. Fica no solo, impermeabilizando-o e contribuindo com enchentes, ou entra em decomposição, soltando gás metano durante esse processo, causando mau cheiro, além de agravar o efeito estufa.
Não jogar óleo em fontes de água, na rede de esgoto ou no solo é uma questão de cidadania e por isso deve ser incentivada.
- 500ml de óleo.
- 100g de soda cáustica.
- 100ml de água.
- 30ml de detergente.
- 50ml de álcool.
1º Filtre muito bem o óleo de cozinha usado.
2º Passo coloque o óleo em um balde e dê umas esguichadas de detergente de cozinha mesmo (uns 30ml) e mexa bem.
3º Acrescente a soda já diluída em 100ml de água e mexa bem.
4º Esse é o mais importante, depois que tudo estiver bem misturado por último.
Fontes: HowStuffWorks, Nutricy
