A vida secreta das minhocas
Elas não servem só para pescaria.
Agricultura: Minhocas ajudam a decompor material orgânico, digerindo-o e transformando-o em nutrientes que são repostos no solo. As minhocas do subsolo cavam túneis e, assim, criam passagens na terra para o ar, para a água e para as raízes das plantas. Tal coisa já era conhecida no Egito antigo. A rainha Cleópatra e seu povo a chamavam de animal sagrado, por dar fertilidade às margens do rio Nilo.
Culinária: Na China e em Taiwan, a sopa de minhocas é servida tanto em feirinhas populares quanto em restaurantes sofisticados. Tribos da Amazônia ainda hoje preparam minhocas. Na Califórnia, um concurso anual de receitas com o anelídeo é promovido por minhocultores. Qual o gosto da minhoca? "É meio adocicado, levemente terroso", diz Clive Edwards, especialista em minhocas da Universidade de Ohio, EUA.
Ecologia: Minhocas têm sido usadas para transformar excremento humano dos esgotos em adubo inodoro - as fezes da minhoca não fedem. E também para limpar áreas contaminadas por produtos com toxinas presentes em plásticos e tintas.
Farmacêutica: Cientistas japoneses estudam as minhocas para combater o câncer de próstata. Na Alemanha e na Colômbia, outras duas substâncias da minhoca estão sendo pesquisadas para a produção de antibióticos. Já na Universidade do Colorado, nos EUA, os vermes são cobaias de pesquisas sobre o envelhecimento.
Arqueologia: Foi Charles Darwin quem notou, no século 19: as minhocas enterram qualquer coisa que esteja no chão. "Foram elas as principais responsáveis por enterrar tesouros de civilizações passadas, como moedas, objetos e até construções. Os arqueólogos devem suas descobertas a elas", disse Darwin em 1881, num livro sobre minhocas que escreveu (A Formação do Solo pela Ação das Minhocas).
Elas não servem só para pescaria.
Agricultura: Minhocas ajudam a decompor material orgânico, digerindo-o e transformando-o em nutrientes que são repostos no solo. As minhocas do subsolo cavam túneis e, assim, criam passagens na terra para o ar, para a água e para as raízes das plantas. Tal coisa já era conhecida no Egito antigo. A rainha Cleópatra e seu povo a chamavam de animal sagrado, por dar fertilidade às margens do rio Nilo.
Culinária: Na China e em Taiwan, a sopa de minhocas é servida tanto em feirinhas populares quanto em restaurantes sofisticados. Tribos da Amazônia ainda hoje preparam minhocas. Na Califórnia, um concurso anual de receitas com o anelídeo é promovido por minhocultores. Qual o gosto da minhoca? "É meio adocicado, levemente terroso", diz Clive Edwards, especialista em minhocas da Universidade de Ohio, EUA.
Ecologia: Minhocas têm sido usadas para transformar excremento humano dos esgotos em adubo inodoro - as fezes da minhoca não fedem. E também para limpar áreas contaminadas por produtos com toxinas presentes em plásticos e tintas.
Farmacêutica: Cientistas japoneses estudam as minhocas para combater o câncer de próstata. Na Alemanha e na Colômbia, outras duas substâncias da minhoca estão sendo pesquisadas para a produção de antibióticos. Já na Universidade do Colorado, nos EUA, os vermes são cobaias de pesquisas sobre o envelhecimento.
Arqueologia: Foi Charles Darwin quem notou, no século 19: as minhocas enterram qualquer coisa que esteja no chão. "Foram elas as principais responsáveis por enterrar tesouros de civilizações passadas, como moedas, objetos e até construções. Os arqueólogos devem suas descobertas a elas", disse Darwin em 1881, num livro sobre minhocas que escreveu (A Formação do Solo pela Ação das Minhocas).
Fonte: Planeta Sustentável.
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